Domingo, 25 de Abril de 2010

Liberdade

Ainda não sabe como tudo aquilo aconteceu. Fechou o livro, adormeceu e, no dia seguinte, quando voltou a abrir o livro, as letras não estavam lá. Procurou-as entre os lençóis, debaixo da cama, por todo o lado, nada, as páginas estavam em branco.

Quando saiu de casa, viu-as, finalmente, a escorrer num muro branco e a ser lidas, inpudentemente, por todos os habitantes da cidade.

publicado por Clara Umbra às 10:48
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7 comentários:
De escrevinhadora a 25 de Abril de 2010 às 11:53
Impudentemente ou não, parece que também elas tiveram a sua madrugada de liberdade! Vivó!!
De Clara Umbra a 25 de Abril de 2010 às 12:00
Bem visto! Acho que vou mudar o título do post!
Vivó!
De escrevinhadora a 25 de Abril de 2010 às 13:20
Ou - mais vale uma no muro do que duas na linha.
:)

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